quinta-feira, 30 de maio de 2013


 UM BOM DISCIPULADOR DEVE OBSERVAR



REFLEXÃO

O novo convertido é como um filho que chega ao seio da família e precisa de cuidados especiais para se adaptar aquela nova fase de vida. Ele vai aprender a crescer em Cristo mediante a orientação da igreja. Precisamos de uma igreja onde as pessoas sintam-se amadas, Num ambiente onde elas serão envolvidas e integradas, onde se sentirão bem-vindas e aceitas. Essa é uma fase que, requer-se do discipulador que tenha uma experiência de vida, idoneidade suficiente para compreender os avanços e os recuos que certamente aparecerão durante o processo de orientação ao recém-convertido.

Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: vivereverbo.blogspot.com






RECEPÇÃO


Este é um dos pontos principais em que temos um grande percentual de falha. Há um ditado popular que diz “a primeira impressão é a que fica”. Pelo fato de falharmos nesse ponto muitas pessoas tem ignorado a atitude de vários irmãos que não tem sido receptivo na sua maneira de como se relacionar com as pessoas, independente de cor, raça, língua, ou religião é isto tem sido realidade em nosso meio. Praticamente expulsamos um visitante não crente ou um novo convertido, Eles porem acabam não vindo mais a igreja, queridos devemos ser cuidadosos.  O trabalho do ORIENTADOR (A) tem inicio no momento em que um não crente vem participar de um culto, seja simpático a borde a pessoa anote seus dados para apresentá-lo em seguida acomode-o, se por acaso a igreja estiver cheia fale com um irmão para ceder seu lugar, se for novo convertido Fique ao seu lado. Não deixe-o desambientado, sozinho, desorientado. Integre-o no meio social da igreja. Para haver uma boa integração, teremos de agir desde o ato da visita a aceitação, procedendo de uma calorosa recepção, seguindo-se de uma atenção especial visando não deixá-las sozinhos no meio da igreja.

Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: recepcaocentral.blogspot.com

NO MOMENTO DA DECISÃO

      O participante deve estar consciente que é multiplicador de sua área de trabalho: e portar FICHA DE DECISÃO e demais impressos em todos os trabalhos evangelísticos da igreja. Não espere ser chamado. Vá ao encontro do (a) novo (a) convertido (a) devidamente munido de seu KIT. Obs. No ato da decisão, deve alguém do mesmo sexo e faixa etária acompanhar a pessoa, até o local da oração, Acomode o (a) novo (a) convertido (a) e oriente-o (a).

      Permaneça ao lado do novo (a) convertido (a) até a oração que será feita em seu favor.

     Após a oração, cumprimente-o, olhando nos seus olhos. Em seguida faça uso do KIT, tomar o nome e o endereço e lhe ofereça um panfleto, onde deverá constar o nome de quem o recepcionou e uma breve orientação de sua nova vida em Cristo.


  Antes de despedir-se, informe-o sobre os trabalhos da igreja, convide o novo crente a estar na próxima Escola Dominical e diga que ele irá fazer um curso muito especial e grátis. Fale também quais são os dias e horários de cultos durante a semana. E marque horário para recepcioná-lo. 


Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos

O ENCONTRO SEGUINTE


Esse segundo momento pode ocorrer preferencialmente na casa do novo crente ou na igreja. Nele o professor deverá buscar uma confirmação da sua fé e relembrar aquele momento de sua decisão e completar os dados da ficha de identificação. Dentre eles a data de nascimento e outros. Duas coisas da vida do discipulado que o professor não poderá jamais esquecer: o nome dele e data de nascimento, com o fim de fazer lembrar que ele é importante.

Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: apostolicanovametropole.webnode.com.br




EM QUALQUER ENCONTRO COM O NOVO CONVERTIDO

·   Não seja importuno, nem pegajoso.
·  Incentive o novo convertido a falar. Fale menos e escute mais.
·  Procure saber de sua satisfação pessoal e de sua família.
·  Pergunte quais as dificuldades que ora enfrenta, demonstrando interesse em ajudá-lo.
· Evite falar mal das pessoas ou de religiões. Dê ênfase a Cristo. Procure respeitá-lo, ser educado e agradável.
· Tenha sempre com você: nome, endereço e telefone do novo convertido que você está discipulando.


Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: www.campograndeinfo.com.br 



ATENÇÃO ESPECIAL

O contato pessoal efetuado semanalmente faz o novo convertido sentir-se prestigiado pela igreja, chegando a pensar que a mesma está bastante preocupada com ele.

Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: alcindaleal.blogspot.com 



AMIGO MAIS CHEGADO

O novo crente tem oportunidade de externar coisas que talvez nunca as confiou a ninguém. Com isso ele poderá estar se libertando de um peso muito grande que lhe afligia por toda a vida. Ele pode também estar enfrentando lutas familiares, e precisa desabafar algo e receber conselhos.

Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos       


ALCANCE DA FAMÍLIA DO NOVO CRENTE

Muitas vezes, ao chegarmos na casa do novo crente para ministrarmos o estudo, conseguimos fazê-lo para toda a família. Isso pode resultar em aceitar a Cristo.

 Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: www.bulevoador.com.br 


AVIVAMENTO MÚTUO

O discipulador passa a ser uma referência para o novo crente ao chegar na igreja, cuja preocupação de integrá-lo entre os irmãos, enseja-lhe o crescimento espiritual de que necessita. Por outro lado, o discipulador estará sempre buscando ao Senhor para poder fazer a obra, que é menos confortável que dar uma aula na Escola Dominical.

Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: www.rtp.pt



AJUDA MATERIAL

Se não andarmos por onde vive o novo convertido, como poderemos lhe prestar alguma ajuda? Muitas vezes o novo convertido não vem para a igreja por timidez gerada pelo seu estado de pobreza ou mesmo educacional. Precisamos sentir suas reais necessidades, fazendo-o ver que a igreja o ama de verdade. Isto só é possível se sairmos das quatro paredes e fizermos o aconselhamento pessoal.

Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: www.mensagem.etc.br 


QUALIDADES DO DISCIPULADOR
·      Profunda convicção da chamada.
·      Profundo amor pelas almas.
·      Preparo espiritual.
·      Preparo bíblico.
·      Facilidade de relacionamento.

O discipulador deve ser alguém preparado e vocacionado a lidar com bebês espirituais que precisam ser tratados com amor, disciplina, graça e todas as atenções necessárias a recém-nascidos.

Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: esperancosarj.blogspot.com 



OS DEZ MANDAMENTOS DO DISCIPULADOR

1.    Orar a Deus. Lc 6.12.
2.    Escolher seus discípulos Lc 6.12-16.
3.    Instruir. MT 10.5-23.
4.    Exortar. MT 10.24-26.
5.    Estimular. MT 10.28-31.
6.    Mostrar as dificuldades de causa. MT 10.34-39.
7.    Mostrar a recompensa. MT. 10.40-42.
8.    Ser exemplar no trabalho. MT. 17.14-21.
9.    Participar de momentos de descontração. Mc 6.30, 31; Jo 2.1-12.
10.    Despedir-se, quando o discípulo está pronto. Mc 16.14-20.

 Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
 Fonte da imagem: mfcmamonas.no.comunidades.net



VALORIZAR O QUE TEMOS

Buscar coisas novas sem ter acomodado antes as anteriores, isso causa embaraço e consequentes descompassos. Temos um excelente material de orientação ao novo convertido que é a revista do discipulado. O professor precisa valorizá-la, estudar e dominar o seu conteúdo e oferecer aos alunos de forma dinâmica e prazerosa. Ensinar ao novo crente a Palavra de Deus propicia a igreja crescimento espiritual. Essa atitude deve ser desenvolvida por aqueles irmãos que alcançaram um aperfeiçoamento espiritual e estão edificados em Cristo Jesus o Nosso Senhor.

Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: www.velhosabio.com.br

domingo, 28 de abril de 2013


EM QUE CREMOS

  1. Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo, Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29.
  2. Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão, 2Tm 3. 14-17.
  3. No nascimento virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressureição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céus, Is 7.14; Rm 8.34; At 1.9.
  4. Na pecaminosidade do homem que o destituiu da glória de Deus, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que pode restaurar a Deus, Rm 3.23; At 3.19.
  5. Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do reino dos céus, Jo 3.3-8.
  6. No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor, At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb 7.25; 5.9.
  7. No batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro de uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo, Mt 28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12.
  8. Na necessidade e na possibilidade que temos de viver em santidade mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no Calvário, através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo, Hb 9.14; 1 Pd 1.15.
  9. No batismo bíblico com o Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a sua vontade, At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7.
  10. Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a sua soberana vontade, 1Co 12.1-12.
  11. Na segunda vinda premilenal de Cristo, em duas fases distintas. Primeira - invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra, antes da grande tribulação; segunda - visível e corporal, com sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos, 1Ts 4.16,17; 1Co 15.51-54; Ap 20.4; Ac 14.5; Jd 14.
  12. Que todos os cristãos comparecerão ante o tribunal de Cristo, para receber a recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra, 2Co 5.10.
  13. No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis. Ap 20.11-15. E na vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento para os infiéis, Mt 25.46.



 COMO FAZER DISCIPULADO


REFLEXÃO

De muitas maneiras podemos dizer que estamos fazendo discipulado. O que importa é saber se o trabalho aplicado é mesmo produtivo. Seja qual for o método, é fundamental que haja interesse e dinamismo na integração, conforme vemos em (At 2.42-44). O discipulado exige que a igreja esteja em movimento constante, pois o processo de integração não deve ser interrompido. “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações”. É óbvio que isso só acontecerá, se toda a igreja estiver envolvida. Cada irmão, cada órgão da igreja deverá receber uma responsabilidade, e ser incentivado e treinado para produzir frutos.



MÉTODO INDIVIDUAL

Este método consiste em se dar uma meta ao irmão para que este desenvolva o trabalho de fazer discípulo, assumindo a responsabilidade desde o evangelismo até a formação de um novo discipulador.

Neste método, o ideal é que o irmão tente ganhar uma pessoa de cada vez. Lembramos que quando falamos ganhar, estamos nos referindo a manter o novo convertido na igreja crescendo espiritualmente; não é apenas fazer aceitar a Cristo, até porque, muitas vezes as pessoas tomam essa decisão inconsciente e precipitadamente em virtude de erros cometidos estaremos mesmo ganhando almas? Quem são elas, onde estão como estão?

 O método individual é uma bênção tremenda, mas não é tão fácil executá-lo. Por esta razão é que quase ninguém se dispõe a trabalhar assim.Dizemos que não é fácil, porém não é impossível. Qualquer irmão que colocar no seu coração o propósito de ganhar uma pessoa para Jesus, certamente ele irá lhe dar todas as condições para esta conquista. Às vezes, para ganharmos uma pessoa para Jesus, precisamos passar muitos dias e até meses orando para que o Senhor mova o seu coração e ela nos dê a primeira oportunidade para lhe falar de Jesus. Após a aceitação da pessoa, iremos integrá-la na igreja, mas sempre estando ao seu lado para dirimir as dúvidas, para aconselhá-la; Nesse ínterim, já iniciamos com o ensino adequado ao novo convertido, tanto na Escola Dominical, quanto no aconselhamento pessoal e Individual.

Devemos ensiná-la o suficiente para que ela possa já fazer com outra pessoa, o mesmo que fizemos com ela (II Tm 2.2). Quando o discipulador alcança este estágio, então veremos que a igreja está vivendo um processo de multiplicação. Ou seja, um discípulo está fazendo outro discípulo. Neste método, dificilmente teremos pais adotivos, porque quem cuida das crianças são os seus pais legítimos. Ressaltamos que a pessoa mais indicada para criar uma criança, é o seu próprio pai, sua própria mãe. Não esqueçamos isso!

Os que aceitam por este método, geralmente são crentes mais saudáveis, mais nutridos, mais fervorosos, mais obedientes, mais produtivos (espiritualmente). A igreja pode adotar também este método de discipulado, que é o mais produtivo. Se não conseguir desenvolvê-lo com toda a igreja, mas é possível formar um bom número de irmãos para compor a equipe “UM POR UM”. Este grupo será formado por homens e mulheres valorosos, cheios de fé, de amor pelas almas, e de uma visão elevada a respeito da grande comissão do Senhor Jesus.


 Fonte do texto: Apostilha Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: mentegospel.blogspot.com




METODOLOGIA


MÉTODO COLETIVO

A igreja pode trabalhar o discipulado de forma coletiva, ou seja, cada departamento ou cada irmão dá a sua colaboração ao processo. Este método é o mais utilizado, mesmo não sendo o mais eficaz. Ocorre que é a maneira mais fácil de fazer, ou deixar acontecer. Se perguntarmos em algumas igrejas como estão fazendo o discipulado, ouviremos os seus líderes dizerem: Bem, aqui, todos trabalham: o conjunto canta o coral também, os jovens evangelizam de casa em casa, a comissão de visitas faz um bom trabalho, o círculo de oração ora, a banda toca, o pastor aconselha, o ministério dirige cultos ao ar livre, os professores ensinam na Escola Dominical, etc. Mas, se perguntarmos quais são os resultados alcançados por tudo isso, saberemos o seguinte: Bem irmão, realmente nós não sabemos. Isso é muito difícil, os irmãos não informam nada para nós, às vezes os conjuntos não participam dos trabalhos, nem sempre os irmãos anotam os dados das pessoas que aceitam, também não temos gente para visitar os novos convertidos, etc. Mas, ao mesmo tempo dirão: o trabalho está uma bênção. Nos Domingos à noite a igreja fica cheia, e Jesus continua salvando, curando e batizando.

Este método sempre existiu na igreja, e deve continuar funcionando, pois sabemos que há irmãos com diversos tipos de limitações, mas todos eles devem ser aproveitados de algum modo. As tarefas serão distribuídas entre os irmãos ou órgãos da igreja, para que todos participem do trabalho. O que não deve acontecer é a igreja ficar totalmente alheia ao que está se passando, sem dar nenhuma orientação aos irmãos, de como servirem melhor a Jesus. Por causa desse comodismo generalizado, é que a maioria das igrejas passa anos a fio com o mesmo número de membros, e os pastores não têm condições de apresentar um relatório com números reais, mas limitam-se apenas a dizerem que está uma bênção. Com este modelo de discipulado, a igreja tem suportado por muitos anos um histórico índice de permanência em torno de (5%), o que significa dizer que para uma igreja ter apenas mais um novo membro durante o ano, precisa ter havido vinte decisões naquele exercício. E várias delas não conseguem isto. Utilizando este método, normalmente ocorre a necessidade da figura conhecida como pai adotivo. Como muitas pessoas aceitam a Cristo, e os responsáveis diretos por essas pessoas, muitas vezes não se dispõem ou não pode acompanhá-las, algum outro irmão apresenta-se para fazê-lo. Este estará adotando um novo convertido cujo pai legítimo não o criou.




Fonte do texto: Apostilha Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: rsbbconsultoria.blogspot.com



DISTRIBUIÇÃO DE TAREFAS (INDICAR IRMÃOS)

Os grupos serão formados, os irmãos serão indicados, de acordo com a capacidade apresentada neles. Não adianta pensarmos em números muito astronômicos. Devemos ser prudentes, e trabalhar dentro do que é real. Basta sabermos que se cada irmão conseguir ganhar apenas uma pessoa durante todo o ano, a igreja estará dobrando em número anualmente. Portanto, se nossas metas forem estabelecidas nesses patamares, estaremos trabalhando consideravelmente na obra de Deus.


Fonte do texto: Apostilha Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: marcoaureliorocha5.blogspot.com 



SUPERVISÃO

Todo o projeto traçado e distribuído pelos irmãos precisa ser supervisionado periodicamente. O coordenador do projeto deverá ser informado pelas equipes e pelos irmãos em geral, de como estão às metas. A partir daí, ele terá a visão ampla do trabalho e saberá onde precisa tomar ações corretivas, e que ações devem ser adotadas para que as metas sejam cumpridas. Se não houver prestação de contas, nunca a igreja irá saber se valeu o seu esforço, nem se poderia melhorar no trabalho. Muitas vezes é por falta de organização que a igreja se acomoda, limitando-se tão somente a assistir os cultos. A igreja precisa ver resultados e se alegrar com os mesmos quando positivos, e também sentir-se responsável quando são negativos.


Fonte do texto: Apostilha Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos 
Fonte da imagem: http://mulher.terra.com.br                   






PADRONIZAÇÃO NO TRABALHO

Quando trabalhamos todos juntos, com objetivos comuns, tudo fica mais fácil. Os treinamentos são iguais, as ferramentas são as mesmas, os resultados irão todos para o mesmo lugar, etc. Enquanto que, se cada grupo ou irmão trabalhar do seu modo, nunca a liderança da igreja terá como avaliar suas metas.

FERRAMENTAS: s.f. 1. Conjuntos de instrumentos e utensílios utilizados na execução de uma arte ou oficio.



Fonte do texto: Apostilha Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos 
Fonte da imagem: cabradm.blogspot.com




TREINAMENTO

Como poderemos cobrar resultados favoráveis, de alguém que não capacitamos a desempenhar o seu papel.



Fonte do texto: Apostilha Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos 
Fonte da imagem: www.usb.org.br 








DEFINIÇÕES DE METAS

A igreja pode se utilizar de metas de trabalho para o envolvimento maciço dos seus membros na obra do discipulado. Essas metas podem ser distribuídas individual ou coletivamente. É claro que para atingir essas metas, algumas providencias precisam ser tomadas. 



Fonte do texto: Apostilha Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos 
Fonte da imagem: noticias.r7.com

sábado, 27 de abril de 2013

HISTÓRIA DA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM GUAMARÉ-RN



        No ano de 1938 um grupo de crentes resolveu evangelizar no povoado pertencente a Macau (que hoje é Guamaré) e nesta visita aceitaram o evangelho algumas pessoas, os irmãos da Igreja em Macau iniciaram visitas na localidade porém não eram freqüentes, com o passar dos tempos e quando a comunidade evangélica (que naquela época eram chamados de protestantes) cresceu mais um pouco viu-se a necessidade de se congregarem (reunirem-se para cultuar a Deus), as reuniões eram feitas na Casa dos irmãos Cícero Batista e Antônia Juvita (vivos ainda hoje) que passaram muito tempo sendo os coordenadores dos trabalhos da Assembléia de Deus em Guamaré. No Ano de 1975 assumiu a direção da congregação (já formada em igreja, pertencente ao campo de Macau) o saudoso Pastor Manoel Cardoso, que construiu o primeiro templo em 20 de setembro do mesmo ano, visto a necessidade que tinha de um templo para realizar os trabalhos pois a casa do irmão Cícero Batista, não cabia mais os irmãos; chegaram até a pagar aluguel de um determinado salão para cultuar a Deus. Com a sua saída, assumiu a Igreja o Pastor Josué Macário em junho de 1977, enfrentou grandes dificuldades, todavia não desistiu, construiu a casa Pastoral, sendo ele mesmo o construtor; logo que terminou a casa pastoral foi transferido para a outra cidade no mês de março de 1980. Voltou a pastorear a Igreja o saudoso pastor Manoel Cardoso, por quase dois anos, indo embora em dezembro de 1981. O templo Central enviou o pastor Elias que também passou um ano e poucos meses, criou o conjunto Infantil e se esforçou o que pôde para fazer a obra, por motivos superiores teve que deixar a direção. A Igreja mais uma vez voltou a ser coordenada pelo irmão Cícero Batista, e seu filho irmão Israel contando com a ajudo de outros que faziam parte do Ministério e em ocasiões como a ceia, vinha um irmão de Macau, que a igreja de lá enviava; Macau dava muita assistência nos trabalhos daqui. Em março de 1984, chegou para dirigir a igreja o saudoso Pastor Sebastião Adelino dos Santos e família; desenvolveu junto com a sua esposa, a irmã Salete vários trabalhos, se envolveram muito com os jovens, que chegaram a criar o conjunto Maranata, conservaram o conjunto Jardim das Nougueiras e o infantil e criou o Círculo de Oração de Mocidade. Já em relação ao Templo ele trocou a cobertura. Passaram quatro anos com essa igreja e em 1988 o irmão Sebastião foi transferido para a igreja da Redinha. A igreja logo recebia o pastor Armando Feitosa de Souza com sua família que apesar de ser numerosa o Senhor os abençoou grandemente. O número de crentes crescia, o templo ficou pequeno e o irmão Armando combinou com a igreja para aumentá-lo, como trocar o piso, que era de cimento, e assim aconteceu. A casa que hoje é a congregação Missionária foi comprada na sua gestão, devido a necessidade de abrir um ponto de pregação na entrada da cidade. Terminado o seu ministério aqui veio o saudoso pastor Rafael, que pastoreou essa igreja aproximadamente três anos, deu também a sua parcela de contribuição, fazendo alguns investimentos em relação ao templo e em 18 de junho de 1994, passou a direção da igreja para o Pastor Abdenêgo Xavier e Samira, que a igreja os recebia como missionário para adquirirem experiência na obra preparando-se para outra missão, o templo mais uma fez foi reformado e prossegui com a construiu da Congregação Missionária, deixando em fase de acabamento. E assim passou três anos cuidando dessa igreja, a qual entregou nas mãos do atual Pastor Nelson Barros e sua esposa irmã Ednalva em 27 de abril de 1997, na certeza que o nosso amado pastor cuidaria muito bem da mesma. Tendo assumido a direção da igreja o pastor Nelson Barros logo começou a trabalhar, concluiu a congregação Missionária fez vários investimentos para a melhoria dos trabalhos, informatizou a secretaria, criou departamentos, fundou a ASCOM – Associação Comunitária Maranata que formalizou a FM 87.9, tem trabalhado na formação de obreiros, considerada uma missão especial. Realizou vários batismos, construiu a congregação de Lagoa Seca, Assentamento Lagoa de Baixo, Salina da Cruz e Mangue Seco fazendo com que o Evangelho de Jesus Cristo chegue a Zona Rural e alcance vidas; reformou a Casa Pastoral e Inaugura neste dia o Novo Templo Sede (Moderno e climatizado) na cidade de Guamaré, tudo isso contribuindo  para Missões transculturais, que é realizada pela IEADERN. Mesmo com muitas denominações existente no município a IEADEG é a que mais se destaca na quantidade de membros e patrimônio. Com a missão de Pregar o Evangelho a sociedade guamareense  a Igreja segue caminhando Imaculada para o Céu.



Fonte: http://ieadeg.wix.com/adguamare

sexta-feira, 26 de abril de 2013

BENEFÍCIOS DO DISCIPULADO NA IGREJA

                                    
REFLEXÃO

O discipulado promove progresso na igreja. Se a igreja pratica o discipulado, há prosperidade em todos os sentidos, e o nome do Senhor é glorificado. Quando não praticamos o discipulado, estamos abrindo oportunidades para que os oportunistas, pescadores de aquário abocanhem boa parte dos nossos irmãos e filhos mais novos. Dentre esses pescadores, os mais atuantes são as (testemunhas de Jeová, os mórmons, os sabatistas, espíritas e até os carismáticos). Quando fazemos o discipulado, estamos cumprindo a ordem divina (Mt 28.19,20); estamos seguindo o exemplo da igreja primitiva; e estamos abrindo espaço para um crescimento geométrico conforme II Tm 2.2


PROMOVE CRESCIMENTO ESPIRITUAL

Enquanto o discipulador vai se comprometendo na obra de ganhar almas, o amor pelas vidas vai aumentando e a busca ao conhecimento de Deus é inevitável, ocasionando um avivamento permanente e maior intimidade com Deus. Cada visita feita a um novo convertido é mais uma lição de fé que aprendemos, e faz-nos ter o sentimento de utilidade na obra de Deus.

Fonte do texto: Apostilha Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos 
Fonte da imagem: http://navegadormusica.com






PROMOVE CRESCIMENTO NÚMERICO

O crescimento quantitativo (Quantidade) é precedido pelo qualitativo, (Qualidade) com o qual se fará uma semeadura promovida de todos os cuidados necessários para que haja uma boa colheita (Mt 13.23). Se fizermos um evangelismo com o coração voltado a ganhar almas, e não somente a fazermos levantarem as mãos, com certeza teremos decisões firmes, com os quais poderemos trabalhar nos estágios de formação de discípulos e estes produzirão muitos outros frutos quem deseja aderir ao método de fazer discípulo, tem que resistir ao impulso de querer ver a igreja cheia, imediatamente.



Fonte do texto: Apostilha Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos 
Fonte da imagem: http://sucesso.powerminas.com





FORMAÇÃO DE CRENTES FORTES E BONS OBREIROS

O discipulado faz o novo crente firmar-se com raízes profundas e fortes que lhe sustentarão na hora da calamidade. Com isso, teremos uma redução do número de desistentes, que tem sido considerável. É visível também, que os melhores obreiros são os que receberão boa formação no início da fé. Crentes bem treinados para a peleja, não se embaraçam com as falsas doutrinas, mas sabem refutá-las com sabedoria e mansidão, pela Palavra de Deus. 



Fonte do texto: Apostilha Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos 
Fonte da imagem: kspu.ru


quarta-feira, 3 de abril de 2013


EVANGELISMO E DISCIPULADO

Mesmo sabendo que o discipulado abrange as três etapas do processo de fazer discípulos (PREGAÇÃO + INTEGRAÇÂO + ENSINO), havemos de convir que a igreja não alcançou ainda esta visão, na prática. Não sabemos até quando irá entender que discipulado trata-se apenas da parte assistencial pós-decisão. Mesmo assim, já consideramos um grande avanço neste assunto, se olharmos para uns vinte anos atrás, quando nem ouvíamos falar em discipulado. Não faremos nenhuma polêmica.

Basta que façamos duas coisas: EVANGELISMO E DISCIPULADO. Nesse caso chamaremos de discipulado, apenas as ultimas duas fases (INTEGRAÇÃO + ENSINO). Se fizermos assim, também estaremos fazendo discípulos (Mc 16:15, 16a; At 8:34-38). O que não deve ocorrer é trabalharmos apenas a primeira etapa (EVANGELISMO).

Embora sejam duas coisas muito intrínsecas, podemos perceber que a execução de suas atividades ocorre de formas bem distintas. Por esta razão é que muitos pastores se descuidam do discipulado, considerando que já o estão fazendo. Os melhores exemplos para a nossa análise são as cruzadas realizadas periodicamente, com resultados inexplicáveis

 A intenção do próprio Jesus não é que o evangelismo e o testemunho resultem apenas em decisões de conversão, as minhas energias espirituais não devem ser concentradas meramente em aumentar o numero de membros da igreja, Não podemos continuar na ilusão de que somos mestres em ganhar almas, quando estamos perdendo tanto das que estamos ganhando. Apenas um tímido percentual de permanência tem sido realidade em nossas igrejas, que anos a fio conservam a mesma quantidade de seus membros e congregados.

Infelizmente, isso é o que tem acontecido na maioria das igrejas, e seus líderes se dão por satisfeitos, apresentando sempre relatórios inconscientes, do tipo: Está uma bênção, Deus está abençoando... E não passa disso. Precisamos mudar essa estatística histórica, aproveitando o potencial que ainda somos. A característica primordial da evangelização é desbravar, convencer, extrair as almas do mundo, pela confissão e arrependimento. Todo esse processo ocorre até o nascimento da nova criatura (bebê espiritual).

A característica do discipulado é essencialmente cuidar da criança até que ela se governe. E esteja Sadia, para produzir frutos. Se cuidarmos apenas de uma parte, assim o trabalho está incompleto e será sempre infrutífero, salvo se não pudermos continuar o processo em caso de falecimento. Precisamos nos esforçar para utilizarmos o método aplicado pelos discípulos no principio da igreja, o qual a fez crescer esplendidamente. At. 14:21, 22; 15.36.
fonte da imagem: admorrinhos.com.br
fonte do texto: Apotilha Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulo

segunda-feira, 4 de março de 2013

FASES DO DISCIPULADO

 REFLEXÃO

O discipulado sob o ponto de vista mais abrangente ocorre em três etapas distintas. Levando-se em conta que discípular significa ganhar alma, ou fazer discípulos, não podemos de modo algum negligenciar nos cuidados mais elementares e indispensáveis para o crescimento sadio de uma vida que irá iniciar sua fé em Cisto.



 
1ª  FASE (PREGAÇÃO)

Para obtermos êxito nesta etapa, faz-se necessário haver um planejamento, tanto de abordagem, quanto de uma estrutura consciente voltada a garantir a assistência necessária para todos que vierem a aceitar a Cristo como seu Salvador. Não basta dizer que Jesus ama as pessoas. Precisamos estender as mãos com o coração aberto a ajudar aos recém-nascidos até que aprendam a dar seus primeiros passos com os próprios pés.

Nesta fase há uma carência muito grande de aproximação do pregador ao ouvinte, mas isso é o que quase sempre não acontece. O método mais utilizado é o evangelismo em massa e os pregadores ficam muito distantes da platéia e infelizmente, muitas vezes não demonstram interesses de se comprometerem com a assistência dos que vêm aceitando a Jesus.

Nesta fase, alguns fatores precisam ser observados para que se obtenham resultados positivos: precisa haver planejamento no evangelismo, tendo em vista que é nesse momento que se inicia o processo do discipulado; É importante também que se estabeleçam metas que venham promover motivação ao envolvimento de toda igreja; Devem ser definidas estratégias adequadas para cada ambiente que se pretende evangelizar; Pré-Natal é outra coisa fundamental ao projeto evangelístico, pois a expectativa é de que novas pessoas irão chegar a nossa casa e não devemos recebê-las de qualquer jeito.

Afinal, elas são muito importantes, são nossos filhos; A pregação propriamente dita acontece também nesta fase, o que deve ser feito sempre com todos os cuidados que facilitem decisões conscientes para a continuidade da formação de discípulos; O convite precisa ser feito com muito cuidado, respeitando o ouvinte e sem constrangimentos; No momento das decisões, precisa de atenção especial a essas pessoas, visto que a permanência delas depende muito da forma como são recebidas na sua nova casa. 
 


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2ª FASE (INTEGRAÇÃO)

É nessa fase onde as igrejas mais falham na missão de ganhar almas. O processo do discipulado não pode ser interrompido já na primeira fase. Entretanto, lamentavelmente, é isto que ocorre muitas vezes. Muitos pregadores e, lideres se dão por satisfeitos quando alguém faz sua confissão, entendendo que eles já ganharam aquela vida para Jesus. Sendo esta fase a continuação da primeira, devemos atentar para a recepção que se dá no ato da decisão; Não devemos negligenciar no registro que se faz necessário para a continuidade do processo assistencial do novo convertido; No momento do preenchimento da ficha de decisão, já se pode dar a primeira orientação sobre como o novo decidido deve se comportar, bem como a agenda de eventos da igreja, especialmente, sobre a EBD, (Escola Bíblica Dominical). Em seguida, devem ser acionadas as visitas, que são fundamentais; Na continuação, já se inicia o aconselhamento propriamente dito, com base doutrinária; A socialização é outro item de grande importância, para que o novo convertido se sinta como parte da família; Também nesse momento podem ocorrer reuniões de integração, oração, confraternização, sempre com o objetivo de promover a integração dos novos convertidos.

Na prática, vemos que muitos não permanecem na igreja, exatamente pelo abandono que lhe é dado, após sua decisão. O novo crente simplesmente morre (espiritualmente), tal como uma criancinha quando rejeitada pela sua própria mãe. Devemos ter cuidado para não sermos pais relapsos, pais irresponsáveis, capazes de matarmos nossos próprios filhos (espirituais) assim que nascem. Se recebermos bem os novos convertidos em nossas igrejas, oferecendo-lhes o direito de serem amados e bem alimentados, com certeza teremos obreiros sadios, cheios de amor para transmitirem a outras pessoas, fazendo com que a igreja do Senhor cresça e glorifique a Deus. 
  


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3ª FASE (ENSINO)

O novo crente precisa passar por este estágio de formação, visando o seu desenvolvimento espiritual para o serviço do Senhor Jesus. É bom lembrar que o ensino aplicado ao novo convertido não deve ser o mesmo dos adultos, pois estamos lidando com recém-nascidos, aos quais não devemos dar comida sólida, e sim, o leite racional (I Pe 2.2).

Também não devemos deixar que eles aprendam de qualquer pessoa. Os conselheiros dos novos convertidos devem ser dos mais bem preparados que há na igreja, visando evitar que se ensine algo errado, causando transtornos que afetarão toda a igreja. Qualquer uma destas fases poderá contribuir para o sucesso de outra, porém esta última depende muito das primeiras.

Esta fase é a concretização do processo de formação de discípulos. O ensino deve ser dado através de cursos específicos, considerando que os novos convertidos não têm estrutura espiritual para suportarem o mesmo nível de ensino dado aos mais antigos.

Estes cursos são o aplicado na Escola Dominical e outros; É indispensável o ensino pastoral que se dá no decorrer dos cultos na igreja; Através do conjunto de novos convertidos também aprendem durante a convivência com os outros; Eles aprendem ainda nos cultos de novos convertidos, através das mensagens ouvidas e da sua participação; Nos trabalhos diversos da igreja, sempre aprendem com todos os irmãos. É bom lembrar, que os novos convertidos devem participar de todas as atividades, mas sempre como aprendizes.


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O VERDADEIRO AMOR PELAS ALMAS

Assim dizia Mateus Henry: “Sinto maior gozo em ganhar uma alma para Cristo, do que em ganhar montanhas de ouro e prata, para mim mesmo”.