quinta-feira, 30 de maio de 2013

CURSOS BIBLICO


CURSO BÍBLICO PARA NOVOS CONVERTIDOS 
( ACONSELHAMENTO PESSOAL )

É a assistência dada ao novo convertido através
 de aulas aplicadas semanalmente, as lições apresenta 
alguns dos principais assuntos sobre as doutrinas bíblicas.

     SUMÁRIO:
  1. A CERTEZA DA SALVAÇÃO
  2. A VIDA DEVOCIONAL
  3. INTEGRAÇÃO NA IGREJA
  4. OBEDIÊNCIA A DEUS
  5. AS TENTAÇÕES
  6. BATISMO NO ESPÍRITO SANTO
  7. O TESTEMUNHO DO CRISTÃO
  8.  BATISMO, SANTA CEIA E COMUNHÃO
  9. ENTENDENDO A VONTADE DE DEUS
  10. A CONTRIBUIÇÃO CRISTÃ
  11. RELIGIÕES, SEITAS E HERESIAS
Fonte da imagem: epcba.com.br



ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL


CURSO BÍBLICO DISCÍPULADO-I


A revista Discipulado 1 ensina os primeiros passos o novo convertido, 
apresenta as doutrinas relacionadas a salvação e os ensinamentos básicos da Bíblia. 


Fonte: Revista Discipulado-1 (CPAD)

SUMÁRIO:
  1. Conhecendo a Bíblia
  2. Conhecendo a Deus
  3. Conhecendo a Salvação
  4. Conhecendo a Igreja
  5. Conhecendo o Valor da Oração
  6. O Discípulo e a Fé
  7. O Discípulo e a Obediência
  8. O Discípulo e o Dízimo
  9. O Discípulo e o Espírito Santo
  10. O Discípulo Vivendo Cheio do Espírito Santo
  11. O Discípulo e os Dons do Espírito Santo
  12. O Discípulo e o Fruto do Espírito Santo
  13. O Discípulo e o Evangelismo

 CURSO BÍBLICO DISCÍPULADO-II



A Revista Discipulado 2 dá continuidade ao aprendizado 
bíblico doutrinário, para o novo convertido que já estudou os temas da 
Revista Discipulado 1, preparando-o para o Batismo e a Missão de Discipular.

fonte: lição Discipulado II


SUMÁRIO:

  1. O Discípulo e a Comunidade
  2. O Discípulo e o Lar Cristão
  3. O Discípulo e a Tentação
  4. O Discípulo e a Impureza
  5. O Discípulo e a Idolatria
  6. O Discípulo e a Temperança
  7. O Discípulo e o Perdão
  8. O Discípulo e a Mordomia Cristã
  9. O Discípulo e o Louvor
  10. O Discípulo e o Batismo nas Águas
  11. O Discípulo e a Santa Cei
  12. O Discípulo e a Volta de Jesus
  13. O Discípulo e a Missão de Discipular 
Fonte: Revista Discipulado-2 (CPAD)


 UM BOM DISCIPULADOR DEVE OBSERVAR



REFLEXÃO

O novo convertido é como um filho que chega ao seio da família e precisa de cuidados especiais para se adaptar aquela nova fase de vida. Ele vai aprender a crescer em Cristo mediante a orientação da igreja. Precisamos de uma igreja onde as pessoas sintam-se amadas, Num ambiente onde elas serão envolvidas e integradas, onde se sentirão bem-vindas e aceitas. Essa é uma fase que, requer-se do discipulador que tenha uma experiência de vida, idoneidade suficiente para compreender os avanços e os recuos que certamente aparecerão durante o processo de orientação ao recém-convertido.

Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: vivereverbo.blogspot.com






RECEPÇÃO


Este é um dos pontos principais em que temos um grande percentual de falha. Há um ditado popular que diz “a primeira impressão é a que fica”. Pelo fato de falharmos nesse ponto muitas pessoas tem ignorado a atitude de vários irmãos que não tem sido receptivo na sua maneira de como se relacionar com as pessoas, independente de cor, raça, língua, ou religião é isto tem sido realidade em nosso meio. Praticamente expulsamos um visitante não crente ou um novo convertido, Eles porem acabam não vindo mais a igreja, queridos devemos ser cuidadosos.  O trabalho do ORIENTADOR (A) tem inicio no momento em que um não crente vem participar de um culto, seja simpático a borde a pessoa anote seus dados para apresentá-lo em seguida acomode-o, se por acaso a igreja estiver cheia fale com um irmão para ceder seu lugar, se for novo convertido Fique ao seu lado. Não deixe-o desambientado, sozinho, desorientado. Integre-o no meio social da igreja. Para haver uma boa integração, teremos de agir desde o ato da visita a aceitação, procedendo de uma calorosa recepção, seguindo-se de uma atenção especial visando não deixá-las sozinhos no meio da igreja.

Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: recepcaocentral.blogspot.com

NO MOMENTO DA DECISÃO

      O participante deve estar consciente que é multiplicador de sua área de trabalho: e portar FICHA DE DECISÃO e demais impressos em todos os trabalhos evangelísticos da igreja. Não espere ser chamado. Vá ao encontro do (a) novo (a) convertido (a) devidamente munido de seu KIT. Obs. No ato da decisão, deve alguém do mesmo sexo e faixa etária acompanhar a pessoa, até o local da oração, Acomode o (a) novo (a) convertido (a) e oriente-o (a).

      Permaneça ao lado do novo (a) convertido (a) até a oração que será feita em seu favor.

     Após a oração, cumprimente-o, olhando nos seus olhos. Em seguida faça uso do KIT, tomar o nome e o endereço e lhe ofereça um panfleto, onde deverá constar o nome de quem o recepcionou e uma breve orientação de sua nova vida em Cristo.


  Antes de despedir-se, informe-o sobre os trabalhos da igreja, convide o novo crente a estar na próxima Escola Dominical e diga que ele irá fazer um curso muito especial e grátis. Fale também quais são os dias e horários de cultos durante a semana. E marque horário para recepcioná-lo. 


Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos

O ENCONTRO SEGUINTE


Esse segundo momento pode ocorrer preferencialmente na casa do novo crente ou na igreja. Nele o professor deverá buscar uma confirmação da sua fé e relembrar aquele momento de sua decisão e completar os dados da ficha de identificação. Dentre eles a data de nascimento e outros. Duas coisas da vida do discipulado que o professor não poderá jamais esquecer: o nome dele e data de nascimento, com o fim de fazer lembrar que ele é importante.

Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: apostolicanovametropole.webnode.com.br




EM QUALQUER ENCONTRO COM O NOVO CONVERTIDO

·   Não seja importuno, nem pegajoso.
·  Incentive o novo convertido a falar. Fale menos e escute mais.
·  Procure saber de sua satisfação pessoal e de sua família.
·  Pergunte quais as dificuldades que ora enfrenta, demonstrando interesse em ajudá-lo.
· Evite falar mal das pessoas ou de religiões. Dê ênfase a Cristo. Procure respeitá-lo, ser educado e agradável.
· Tenha sempre com você: nome, endereço e telefone do novo convertido que você está discipulando.


Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: www.campograndeinfo.com.br 



ATENÇÃO ESPECIAL

O contato pessoal efetuado semanalmente faz o novo convertido sentir-se prestigiado pela igreja, chegando a pensar que a mesma está bastante preocupada com ele.

Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: alcindaleal.blogspot.com 



AMIGO MAIS CHEGADO

O novo crente tem oportunidade de externar coisas que talvez nunca as confiou a ninguém. Com isso ele poderá estar se libertando de um peso muito grande que lhe afligia por toda a vida. Ele pode também estar enfrentando lutas familiares, e precisa desabafar algo e receber conselhos.

Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos       


ALCANCE DA FAMÍLIA DO NOVO CRENTE

Muitas vezes, ao chegarmos na casa do novo crente para ministrarmos o estudo, conseguimos fazê-lo para toda a família. Isso pode resultar em aceitar a Cristo.

 Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: www.bulevoador.com.br 


AVIVAMENTO MÚTUO

O discipulador passa a ser uma referência para o novo crente ao chegar na igreja, cuja preocupação de integrá-lo entre os irmãos, enseja-lhe o crescimento espiritual de que necessita. Por outro lado, o discipulador estará sempre buscando ao Senhor para poder fazer a obra, que é menos confortável que dar uma aula na Escola Dominical.

Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: www.rtp.pt



AJUDA MATERIAL

Se não andarmos por onde vive o novo convertido, como poderemos lhe prestar alguma ajuda? Muitas vezes o novo convertido não vem para a igreja por timidez gerada pelo seu estado de pobreza ou mesmo educacional. Precisamos sentir suas reais necessidades, fazendo-o ver que a igreja o ama de verdade. Isto só é possível se sairmos das quatro paredes e fizermos o aconselhamento pessoal.

Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: www.mensagem.etc.br 


QUALIDADES DO DISCIPULADOR
·      Profunda convicção da chamada.
·      Profundo amor pelas almas.
·      Preparo espiritual.
·      Preparo bíblico.
·      Facilidade de relacionamento.

O discipulador deve ser alguém preparado e vocacionado a lidar com bebês espirituais que precisam ser tratados com amor, disciplina, graça e todas as atenções necessárias a recém-nascidos.

Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: esperancosarj.blogspot.com 



OS DEZ MANDAMENTOS DO DISCIPULADOR

1.    Orar a Deus. Lc 6.12.
2.    Escolher seus discípulos Lc 6.12-16.
3.    Instruir. MT 10.5-23.
4.    Exortar. MT 10.24-26.
5.    Estimular. MT 10.28-31.
6.    Mostrar as dificuldades de causa. MT 10.34-39.
7.    Mostrar a recompensa. MT. 10.40-42.
8.    Ser exemplar no trabalho. MT. 17.14-21.
9.    Participar de momentos de descontração. Mc 6.30, 31; Jo 2.1-12.
10.    Despedir-se, quando o discípulo está pronto. Mc 16.14-20.

 Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
 Fonte da imagem: mfcmamonas.no.comunidades.net



VALORIZAR O QUE TEMOS

Buscar coisas novas sem ter acomodado antes as anteriores, isso causa embaraço e consequentes descompassos. Temos um excelente material de orientação ao novo convertido que é a revista do discipulado. O professor precisa valorizá-la, estudar e dominar o seu conteúdo e oferecer aos alunos de forma dinâmica e prazerosa. Ensinar ao novo crente a Palavra de Deus propicia a igreja crescimento espiritual. Essa atitude deve ser desenvolvida por aqueles irmãos que alcançaram um aperfeiçoamento espiritual e estão edificados em Cristo Jesus o Nosso Senhor.

Fonte do texto: Apostila - Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: www.velhosabio.com.br

domingo, 28 de abril de 2013


EM QUE CREMOS

  1. Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo, Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29.
  2. Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão, 2Tm 3. 14-17.
  3. No nascimento virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressureição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céus, Is 7.14; Rm 8.34; At 1.9.
  4. Na pecaminosidade do homem que o destituiu da glória de Deus, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que pode restaurar a Deus, Rm 3.23; At 3.19.
  5. Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do reino dos céus, Jo 3.3-8.
  6. No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor, At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb 7.25; 5.9.
  7. No batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro de uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo, Mt 28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12.
  8. Na necessidade e na possibilidade que temos de viver em santidade mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no Calvário, através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo, Hb 9.14; 1 Pd 1.15.
  9. No batismo bíblico com o Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a sua vontade, At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7.
  10. Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a sua soberana vontade, 1Co 12.1-12.
  11. Na segunda vinda premilenal de Cristo, em duas fases distintas. Primeira - invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra, antes da grande tribulação; segunda - visível e corporal, com sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos, 1Ts 4.16,17; 1Co 15.51-54; Ap 20.4; Ac 14.5; Jd 14.
  12. Que todos os cristãos comparecerão ante o tribunal de Cristo, para receber a recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra, 2Co 5.10.
  13. No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis. Ap 20.11-15. E na vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento para os infiéis, Mt 25.46.



 COMO FAZER DISCIPULADO


REFLEXÃO

De muitas maneiras podemos dizer que estamos fazendo discipulado. O que importa é saber se o trabalho aplicado é mesmo produtivo. Seja qual for o método, é fundamental que haja interesse e dinamismo na integração, conforme vemos em (At 2.42-44). O discipulado exige que a igreja esteja em movimento constante, pois o processo de integração não deve ser interrompido. “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações”. É óbvio que isso só acontecerá, se toda a igreja estiver envolvida. Cada irmão, cada órgão da igreja deverá receber uma responsabilidade, e ser incentivado e treinado para produzir frutos.



MÉTODO INDIVIDUAL

Este método consiste em se dar uma meta ao irmão para que este desenvolva o trabalho de fazer discípulo, assumindo a responsabilidade desde o evangelismo até a formação de um novo discipulador.

Neste método, o ideal é que o irmão tente ganhar uma pessoa de cada vez. Lembramos que quando falamos ganhar, estamos nos referindo a manter o novo convertido na igreja crescendo espiritualmente; não é apenas fazer aceitar a Cristo, até porque, muitas vezes as pessoas tomam essa decisão inconsciente e precipitadamente em virtude de erros cometidos estaremos mesmo ganhando almas? Quem são elas, onde estão como estão?

 O método individual é uma bênção tremenda, mas não é tão fácil executá-lo. Por esta razão é que quase ninguém se dispõe a trabalhar assim.Dizemos que não é fácil, porém não é impossível. Qualquer irmão que colocar no seu coração o propósito de ganhar uma pessoa para Jesus, certamente ele irá lhe dar todas as condições para esta conquista. Às vezes, para ganharmos uma pessoa para Jesus, precisamos passar muitos dias e até meses orando para que o Senhor mova o seu coração e ela nos dê a primeira oportunidade para lhe falar de Jesus. Após a aceitação da pessoa, iremos integrá-la na igreja, mas sempre estando ao seu lado para dirimir as dúvidas, para aconselhá-la; Nesse ínterim, já iniciamos com o ensino adequado ao novo convertido, tanto na Escola Dominical, quanto no aconselhamento pessoal e Individual.

Devemos ensiná-la o suficiente para que ela possa já fazer com outra pessoa, o mesmo que fizemos com ela (II Tm 2.2). Quando o discipulador alcança este estágio, então veremos que a igreja está vivendo um processo de multiplicação. Ou seja, um discípulo está fazendo outro discípulo. Neste método, dificilmente teremos pais adotivos, porque quem cuida das crianças são os seus pais legítimos. Ressaltamos que a pessoa mais indicada para criar uma criança, é o seu próprio pai, sua própria mãe. Não esqueçamos isso!

Os que aceitam por este método, geralmente são crentes mais saudáveis, mais nutridos, mais fervorosos, mais obedientes, mais produtivos (espiritualmente). A igreja pode adotar também este método de discipulado, que é o mais produtivo. Se não conseguir desenvolvê-lo com toda a igreja, mas é possível formar um bom número de irmãos para compor a equipe “UM POR UM”. Este grupo será formado por homens e mulheres valorosos, cheios de fé, de amor pelas almas, e de uma visão elevada a respeito da grande comissão do Senhor Jesus.


 Fonte do texto: Apostilha Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagem: mentegospel.blogspot.com




METODOLOGIA


MÉTODO COLETIVO

A igreja pode trabalhar o discipulado de forma coletiva, ou seja, cada departamento ou cada irmão dá a sua colaboração ao processo. Este método é o mais utilizado, mesmo não sendo o mais eficaz. Ocorre que é a maneira mais fácil de fazer, ou deixar acontecer. Se perguntarmos em algumas igrejas como estão fazendo o discipulado, ouviremos os seus líderes dizerem: Bem, aqui, todos trabalham: o conjunto canta o coral também, os jovens evangelizam de casa em casa, a comissão de visitas faz um bom trabalho, o círculo de oração ora, a banda toca, o pastor aconselha, o ministério dirige cultos ao ar livre, os professores ensinam na Escola Dominical, etc. Mas, se perguntarmos quais são os resultados alcançados por tudo isso, saberemos o seguinte: Bem irmão, realmente nós não sabemos. Isso é muito difícil, os irmãos não informam nada para nós, às vezes os conjuntos não participam dos trabalhos, nem sempre os irmãos anotam os dados das pessoas que aceitam, também não temos gente para visitar os novos convertidos, etc. Mas, ao mesmo tempo dirão: o trabalho está uma bênção. Nos Domingos à noite a igreja fica cheia, e Jesus continua salvando, curando e batizando.

Este método sempre existiu na igreja, e deve continuar funcionando, pois sabemos que há irmãos com diversos tipos de limitações, mas todos eles devem ser aproveitados de algum modo. As tarefas serão distribuídas entre os irmãos ou órgãos da igreja, para que todos participem do trabalho. O que não deve acontecer é a igreja ficar totalmente alheia ao que está se passando, sem dar nenhuma orientação aos irmãos, de como servirem melhor a Jesus. Por causa desse comodismo generalizado, é que a maioria das igrejas passa anos a fio com o mesmo número de membros, e os pastores não têm condições de apresentar um relatório com números reais, mas limitam-se apenas a dizerem que está uma bênção. Com este modelo de discipulado, a igreja tem suportado por muitos anos um histórico índice de permanência em torno de (5%), o que significa dizer que para uma igreja ter apenas mais um novo membro durante o ano, precisa ter havido vinte decisões naquele exercício. E várias delas não conseguem isto. Utilizando este método, normalmente ocorre a necessidade da figura conhecida como pai adotivo. Como muitas pessoas aceitam a Cristo, e os responsáveis diretos por essas pessoas, muitas vezes não se dispõem ou não pode acompanhá-las, algum outro irmão apresenta-se para fazê-lo. Este estará adotando um novo convertido cujo pai legítimo não o criou.




Fonte do texto: Apostilha Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagemrsbbconsultoria.blogspot.com



DISTRIBUIÇÃO DE TAREFAS (INDICAR IRMÃOS)

Os grupos serão formados, os irmãos serão indicados, de acordo com a capacidade apresentada neles. Não adianta pensarmos em números muito astronômicos. Devemos ser prudentes, e trabalhar dentro do que é real. Basta sabermos que se cada irmão conseguir ganhar apenas uma pessoa durante todo o ano, a igreja estará dobrando em número anualmente. Portanto, se nossas metas forem estabelecidas nesses patamares, estaremos trabalhando consideravelmente na obra de Deus.


Fonte do texto: Apostilha Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos
Fonte da imagemmarcoaureliorocha5.blogspot.com 



SUPERVISÃO

Todo o projeto traçado e distribuído pelos irmãos precisa ser supervisionado periodicamente. O coordenador do projeto deverá ser informado pelas equipes e pelos irmãos em geral, de como estão às metas. A partir daí, ele terá a visão ampla do trabalho e saberá onde precisa tomar ações corretivas, e que ações devem ser adotadas para que as metas sejam cumpridas. Se não houver prestação de contas, nunca a igreja irá saber se valeu o seu esforço, nem se poderia melhorar no trabalho. Muitas vezes é por falta de organização que a igreja se acomoda, limitando-se tão somente a assistir os cultos. A igreja precisa ver resultados e se alegrar com os mesmos quando positivos, e também sentir-se responsável quando são negativos.


Fonte do texto: Apostilha Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos 
Fonte da imagemhttp://mulher.terra.com.br                   






PADRONIZAÇÃO NO TRABALHO

Quando trabalhamos todos juntos, com objetivos comuns, tudo fica mais fácil. Os treinamentos são iguais, as ferramentas são as mesmas, os resultados irão todos para o mesmo lugar, etc. Enquanto que, se cada grupo ou irmão trabalhar do seu modo, nunca a liderança da igreja terá como avaliar suas metas.

FERRAMENTAS: s.f. 1. Conjuntos de instrumentos e utensílios utilizados na execução de uma arte ou oficio.



Fonte do texto: Apostilha Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos 
Fonte da imagemcabradm.blogspot.com




TREINAMENTO

Como poderemos cobrar resultados favoráveis, de alguém que não capacitamos a desempenhar o seu papel.



Fonte do texto: Apostilha Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos 
Fonte da imagem: www.usb.org.br 








DEFINIÇÕES DE METAS

A igreja pode se utilizar de metas de trabalho para o envolvimento maciço dos seus membros na obra do discipulado. Essas metas podem ser distribuídas individual ou coletivamente. É claro que para atingir essas metas, algumas providencias precisam ser tomadas. 



Fonte do texto: Apostilha Discipulado Resgatando a Excelência de Fazer Discípulos 
Fonte da imagem: noticias.r7.com

O VERDADEIRO AMOR PELAS ALMAS

Assim dizia Mateus Henry: “Sinto maior gozo em ganhar uma alma para Cristo, do que em ganhar montanhas de ouro e prata, para mim mesmo”.